GustavoMoreiraGregorio ME Original
GustavoMoreiraGregorio ME Original
GustavoMoreiraGregorio ME Original
São Carlos
2023
Gustavo Moreira Gregorio
Versão original
São Carlos
2023
AUTORIZO A REPRODUÇÃO E DIVULGAÇÃO TOTAL OU PARCIAL DESTE
TRABALHO, POR QUALQUER MEIO CONVENCIONAL OU ELETRÔNICO PARA
FINS DE ESTUDO E PESQUISA, DESDE QUE CITADA A FONTE.
Comissão Julgadora
Instituição: (UNICAMP/Campinas)
O objetivo desse projeto é estudar e analisar cordas cósmicas com módulos excitados
não-abelianos e as interferências da variação de seus parâmetros nos perfis de resultados
obtidos até o momento. Para isso iniciamos com uma introdução ao modelo de cordas
cósmicas e vórtices na teoria de campos, explicando a quebra expontânea de simetria e
o mecanismo de Higgs, partimos para a solução em forma de vórtice(1) que da origem a
corda cósmica, falamos um pouco sobre cordas cósmicas supercondutoras (2) e finalmente
chegamos nas cordas de Shifman(3, 4) que é onde fazemos a nossa análise, simulações
numéricas e encontramos os resultados. As simulações numéricas nos mostram...
The objective of this project is to study and analyze cosmic strings with non-abelian
excited modules and the interference of the variation of their parameters in the profiles of
results obtained so far. Thereunto, we start with an introduction to the model of cosmic
strings and vortices in field theory, explaining the spontaneous symmetry breaking and
the Higgs mechanism, then we go to the solution in the form of a vortex(1) that gives rise
to the cosmic string, we talk a little about strings superconducting cosmic strings(2) and
finally we arrive at the Shifman strings(3, 4) which is where we do our analysis, numerical
simulations and find the results. Numerical simulations show us...
Keywords: Cosmic strings. Shifman Strings. Vortices. High energy physics. Field theory
LISTA DE FIGURAS
ANO Abrikosov-Nielsen-Olesen
F µν Tensor eletromagnético
L Lagrangeana
Dµ Derivada covariante
∂ Derivada parcial
SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 23
4 CONCLUSÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 41
REFERÊNCIAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 43
23
1 INTRODUÇÃO
Estudos recentes na área de cosmologia tem tido como foco cordas cósmicas
com campos adicionais, as quais podem ter em seus interiores correntes bosônicas ou
fermiônicas(5), esse estudo é de interesse pois apresenta novas formas físicas e matemáticas
de representações dos defeitos topológios conhecidos como cordas cósmicas. Esse objeto
até então matemático está presente nas teorias de campos e no estudo topológico e,
apesar de ainda não ter sido observado, a sua existência ainda é acreditada. O estudo
de cordas cósmicas pode possibilitar a detecção destes objetos raros, além de abrir um
leque matemático teórico amplo que pode servir para outros estudos além da área da
cosmologia como o estudo de supercondução em vórtices em fluidos em matéria condensada.
No capítulo 2.1 explico o que é a quebra expontânea de simetria, o por que ela ocorre e
como ela ocorre, além de explicar o mecanismo de Higgs e o modelo de Abelian-Higgs
para cordas cósmicas. Em 2.2 é feita a adição de novos graus de liberdade, novos campos
para interação assim abrindo a possibilidade de cordas super-condutoras, mostro como é
feita a condução dentro desses defeitos topológicos e por que é possível que isso ocorra.
Em 2.3 apresento as cordas de Shifman que são com módulos não-abelianos que podem
possuir tensão um pouco menor do que suas correspondentes abelianas o que pode levar a
resultados distintos, inclusive em suas interações com outros objetos físicos.
25
Quando estamos trabalhando com campos, é importante notar que cada campo
tem uma energia associada a ele, também temos associado a cada campo pelo menos
um estado de mínima energia, chamado de estado de energia de vácuo. Em alguns casos
o campo pode ter mais de um estado de energia de vácuo, nesses casos falamos que o
estado de energia de vácuo é degenerado. No caso degenerado nós temos a garantia da
possibilidade de termos uma quebra espontânea de simetria.
No caso degenerado ambos os estados possuem a mesma energia então a teoria
tem que ser simétrica sobre qualquer transformação que nos leve de um estado ao outro.
Apesar disso, é necessário que o sistema escolha um dos estados já que ele deve existir
fisicamente e a escolha de preferência por um dos estados acaba por causando uma quebra
na simetria inicial. Isso é chamada quebra espontânea de simetria.
A importância da quebra espontânea de simetria pode ser observada quando
estudamos a presença de partículas de um certo campo. Consideramos partículas como
oscilações do campo em torno de um estado que é conhecido como estado de zero partículas
(Ψ0 (x)), esse estado é arbitário e pode ser colocado onde for mais conveniente para o
estudo, porém o campo possui um estado de energia mínima, como ja foi dito, chamado de
estado de energia de vácuo (Ψv (x)). O estado de energia de vácuo é uma propriedade física
do sistema, então não pode ser alterado, dessa forma para termos um estado de vácuo
sem partículas é necessário que haja a alteração do estado de zero partículas para que ele
coincida com o estado de energia de vácuo, uma vez que o campo tem preferência por se
manter no estado de menor energia. Com esse deslocamento é possível designar um novo
valor, chamado de valor de espectativa de vácuo (vev), que é definido por:
Onde ⟨Ψ⟩ é o nosso vev. Esse valor indica a chance de uma partícula surgir na energia de
vácuo, ele também indica a diferença entre o estado de zero partículas para o estado de
energia de vácuo.
Podemos fazer uso de um "toy model"para a quebra espontânea de simetria, um
campo escalar simples Ψ acoplado a um campo de gauge U(1):
1
L = |Dµ Ψ|2 − Fµν F µν − V (Ψ) (2.2)
4
Onde:
Dµ = ∂µ − ieAµ (2.3)
26
E o potencial é da forma:
V (Ψ) = µ2 |Ψ|2 + λ|Ψ|4 (2.4)
Nesse modelo podemos observar que para µ > 0 o potencial V (P si) tem um único mínimo,
em x = 0 como visto na Figura 1.
Porém no caso de µ2 < 0 o potencial muda, quebrando a simetria. Nesse novo caso
nós temos dois mínimos como na figura 2, localizados em:
s
µ2 υ
⟨Ψ⟩ = − =√ (2.5)
2λ 2
E assim temos υ como sendo o nosso vev. Evoluindo esse campo ao redor de seus
mínimos chegamos em:
1 χ
Ψ = √ exp(i )(υ + h) (2.6)
2 υ
Fazendo assim aparecerem dois novos campos, χ e o h. A nossa Lagrangiana fica assim:
1 1 1
L = − Fµν F µν + e2 υ 2 Aµ Aµ + (∂µ h∂ µ h + ∂µ χ∂ µ χ) + µ2 h2 − eυAµ ∂ µ χ + O(h, χ) (2.7)
4 2 2
Onde O(h, χ) são os termos de interação entre h e χ O nome do campo h já é dado
tendo em vista que ele será o nosso campo de Higgs. Dessa forma, podemos procurar na
lagrangiana por termos do tipo de massa das partículas relacionadas aos campos e assim
encontramos:
O segundo termo nos da MA = eυ
27
√
O quarto termo nos da Mh = −2µ2
E a massa Mχ = 0
χ é chamado de bóson de Goldstone.
Para remover o termo −eυAµ ∂ µ χ + O(h, χ) podemos fazer uma transformação de gauge:
1
A′µ = Aµ − ∂µ χ
eυ
colisões com as partículas presentes em Ψ, agindo como tendo massa, exatamente como
o esperado. Outra forma de ver isso é com a possibilidade de você alterar a função de
modo que o estado de zero partículas se alinhe com o estado de vácuo (Ψ → Ψ − ⟨Ψ⟩),
assim a forma como os campos interagem também é afetado pela mudança do potencial,
novamente dando a ele uma massa.
No caso do mecanismo de Higgs, ele propõe a existencia do campo de Higgs que
permeia todo o espaço e quando uma partícula interage com ele ela adquire massa. Quanto
mais forte for a interação da partícula com o campo, mais massa ela adquire, isso ocorre
fortemente com partículas como os bósons W e Z e menos com partículas como o photon,
que por isso não tem massa. Segundo o mecanismo de Higgs, a massa da partícula é dada
por:
M =g∗υ (2.9)
onde g é a constante de acoplamento dos campos e υ é o vev do campo de Higgs, como
demonstramos anteriormente.
Com o potencial descrito, se o µ2 > 0 , temos apenas um mínimo, quando o
potencial é também 0, portanto a simetria é mantida e a massa da partícula descrita pelo
nosso modelo também é zero.
Podemos fazer a generalização do grupo U(1) para um grupo de gauge SU(n), onde
o campo escalar é uma representação fundamental de n dimensões do SU(n). Os campos
de gauge Aaµ estão uma representação conjunta de n2 − 1 dimensões. Nossa lagrangeana
fica ligeiramente diferente da do "toy model", assim como nosso potencial pois segundo a
natureza de Φ agora precisam ser escritos em função de Φ e Φ†
L = (Dµ Φ† )(Dµ Φ) − V (Φ) (2.10)
onde temos que para µ2 < 0 em V (Φ), ocorre a quebra espontânea de simetria. Novamente,
precisamos que tenha o caso de µ2 < 0 pois caso contrário não teremos a quebra espontânea
de simetria pois para caso de µ > 0 temos apenas um ponto de minimo, não degenerado.
O mínimo de V (Φ) ocorre em
!
1 0
⟨Φ⟩ = √ (2.15)
2 υ
Com isso é necessário que, no sistema físico, seja feita a escolha de um valor de υ, com a
escolha desse mínimo ocorre a quebra da simetria SU (2) × U (1)
Uma forma simples de visualizar essa simetria é através de um potencial conhecido
como "mexican hat"(figura 3) onde ocorre a quebra espontânea de simetria, já que o
sistema físico precisa escolher um mínimo para estar, porém tem uma simetria rotacional
ao redor do eixo z, da forma como a que propusemos aqui.
Novamente começando pelo caso mais simples, usaremos um campo escalar com-
plexo, ϕ(x) descrito pela densidade de lagrangiana:
L = ∂µ ϕ∂ µ ϕ − V (ϕ) (2.16)
com o potencial:
1 1
V = λ(|ϕ|2 − η 2 )2 (2.17)
2 2
para chegarmos em uma corda global. Isso porque a lagrangiana tem uma simetria global
U(1), sob a transformação ϕ → ϕeiα com α constante.
30
√
Uma vez escolhida uma solução estável, como ϕ = (η/ 2exp(iα0 ), a simetria é
quebrada pois o estado não é mais invariante pela transformação de simetria U(1). A
massa da partícula escalar desse caso é dada por m2s = λη 2 . Também aparece, como citado
anteriormente, o bóson de Nambu-Goldstone, que é uma partícula sem massa associada a
simetria global que foi quebrada.
É possível usar um Ansatz (1) de simetria cilíndrica para encontrar outra solução
estática com uma densidade de energia não zero:
η
ϕ = √ f (ms ρ)einφ (2.18)
2
Assim as equações do campo se reduzem a uma única equação diferencial ordinária
não-linear:
1 n2 1
f ′′ + f ′ − 2 f − (f 2 − 1)f = 0 (2.19)
ϵ ϵ 2
Onde temos o nosso ϵ como sendo definido como ϵ ≡ ms ρ. Quando ρ → 0 é necessário
que a função f → 0 também, por continuidade. Enquanto que no infinito f → 1 para que
ϕ retome seu valor de √η2 Ao resolver as equações, é possível ver que η é bem localizado
ao redor da origem, porém para o caso de η grande temos uma cauda do tipo η −2 que
vem da parte angular do gradiente, por causa disso a energia por unidade de comprimento
desse caso é infinita. Podemos então partir para outro modelo, no caso a corda de gauge,
ou corda local. Nesse caso a simetria interna é do tipo local, por isso o nome.Para isso,
faremos a introdução de um novo campo de vetores, Aµ , assim como foi feito no nosso "toy
model"em 2.1.1. A solução é exatamente a mesma mas agora para um campo complexo,
dando origem a um potencial como o visto em 2.1.3 no caso de SU (2) × U (1).
Podemos retomar a equação 2.2 só mudando o nome de Ψ para ϕ para indicar que
o nosso campo ϕ é complexo.
1
L = |Dµ ϕ|2 − Fµν F µν − V (ϕ) (2.20)
4
Então temos a invariância pelas transformações:
ϕ → ϕeiχ(x) (2.21)
e
1
Aµ → Aµ − ∂µ χ(x) (2.22)
e
Com isso temos as equações de campo:
1
[D2 + λ(|ϕ|2 − η 2 )]ϕ = 0 (2.23)
2
∂ν F µν + ie(ϕ∗ Dµ ϕ − Dµ ϕ∗ ϕ) = 0 (2.24)
31
√
Ainda temos a partícula de Higgs com a massa ms = λη mas o bóson de Nambu-
Goldstone é incorporado no campo de vetor, que ganha uma massa de mv = eη. Nesse
caso ocorre um balanceamento com o campo de gauge de forma que o campo fora do
núcleo da corda seja puramente de gauge, então toda a energia da corda está em seu
núcleo e a energia por unidade de comprimento é da forma µ ∼ η 2 Esse tipo de solução
em forma de corda é conhecida como corda de Abrikosov-Nielsen-Olesen (ANO) ou corda
de Abelian-Higgs.
m2χ
r= (2.29)
m2ϕ
Onde m2χ pode ser facilmente identificado no terceiro termo de 2.28 como sendo 12 λ3 (µ2 −ν 2 )
e m2ϕ = λ1 η 2 . Dada a existência do condensado, temos então uma família de soluções do
tipo χ = √12 X(ρ)eiθ . Essa fase constitui um novo grau de liberdade interno da corda, sendo
32
Nesse ponto desejamos estudar um caso mais generalizado das cordas de ANO e
procurar por uma solução estável com um módulo não abeliano. O estudo foi baseado no
modelo usado em (3, 4).
O modelo é inicialmente descrito por uma lagrangiana de uma corda ANO simples
com a adição de um novo campo de triplet χi com uma interação invariante do tipo SO(3):
1 1
L = − Fµν F µν + |Dµ ϕ|2 + ∂µ χi ∂ µ χi − V (ϕ, χi ) (2.32)
4 2
Com o potencial V (ϕ) dado por:
λ1 λ2 λ3
V (ϕ, χi ) = (|ϕ|2 − η12 )2 + χi χi (χi χi − 2η22 ) + |χ|2 χi χi (2.33)
4 4 2
Onde λi , i = 1, 2, 3 e ηi2 , i = 1, 2 são constantes positivas. Com as escolhas corretas de
parâmetros, o primeiro termo do lado direito da equação 2.33 garante a quebra de simetria
do photon em U(1), dando ao campo escalar complexo ϕ um valor de vev não-zero.
|ϕ| = η1 (2.34)
e
m2χ = (λ3 − η22 λ2 )/2 (2.37)
A partir disso podemos procurar por uma solução que nos interesse. No caso, queremos
uma solução que seja estática e tenha simetria cilíndrica, portanto usaremos as coordenadas
cilíndricas. O Ansatz em At ≡ 0 é dado por:
0
µ 1 inθ i
Aµ dx = (n − P (r))dθ, ϕ = η1 h(r)e , χ = η1 f (r) 0 (2.38)
e
1
P′
P ′′ = α2 P h2 + , (2.40)
x
h′ P 2 h
h′′ = h(γ3 f 2 + h2 − 1) − + 2 , (2.41)
x x
f′
f ′′ = f (γ2 (f 2 − q 2 ) + γ3 h2 ) −
, (2.42)
x
Temos também as condições de contorno necessárias que são:
A partir disso podemos usar métodos numéricos para encontrar as funções f (x),
h(x) e P (x) que satisfazem nossas equações de campo.
35
Figura 4 – Perfil dos campos P(x), h(x) e f(x) para o caso sem nódulos. α = 0.1, γ2 = 50,
γ3 = 100, f (0) = 0.1 e q = 0.1
Figura 5 – Perfil dos campos P(x), h(x) e f(x) para o caso com 1 nódulo. α = 0.1, γ2 = 500,
γ3 = 1000, f (0) = 0.1 e q = 0.1
Figura 6 – Perfil dos campos P(x), h(x) e f(x) para o caso com 3 nódulos. α = 0.1, γ2 = 50,
γ3 = 100, f (0) = 0.1 e q = 1
Como nossa condição de contorno em zero nos diz que f ′ (0) = 0, então podemos
usar que nosso valor de f (0) é uma constante arbitrária, dado isso estudamos como que a
variação desse parâmetro influi.
Foi fixado o valor dos outros parâmetros e foram encontradas as soluções correspondentes
para cada valor de f (0). Devido ao método numérico utilizado a variação de f (0) teve de
ser feita em pequenos passos. Aqui mostrarei os resultados para o menor e maior valor de
f (0) o qual encontrei soluções.
No caso iremos começar com o caso de n = 1, sendo n o winding number da corda.
Podemos observar que a variação do valor de f (0) influencia a "largura"do campo f (x)
(figura 7) e do campo h(x) (figura 8) da corda. A variação no campo P (x) foi muito
pequena de forma que iremos desconsidera-la.
Ao adicionar mais pontos nas curvas, podemos ver que a variação não é constante
com f (0), tendo uma "aceleração"no "crescimento"da largura de acordo com que o valor de
f (0) cresce (Figura 9).
Também é possível ver que no campo h(x) temos uma mudança da "forma"que ele
possui. O "engrossamento"da região com valores baixos de h(x) indica um crescimento do
núcleo da corda. (figura 10). Isso também é observado para diferentes valores de n (figura
11.
Outro parâmetro que interessa ao ser variado é o α que é a constante de acoplamento.
Nesse caso foi observado que com o crescimento de seu valor as funções f (x) e h(x) sofreram
alterações mínimas, assim podendo ser desconsideradas. Dessa vez, porém, o perfil da
37
Figura 7 – Perfil do campo f(x) para o caso com 3 nódulos com os valores de f (0) sendo
0.1 e 0.591. α = 0.1, γ2 = 50, γ3 = 100 q = 1
Figura 8 – Perfil do campo h(x) para o caso com 3 nódulos com os valores de f (0) sendo
0.1 e 0.591. α = 0.1, γ2 = 50, γ3 = 100 q = 1
função do campo P (x) muda, ficando mais "estreito"quanto maior o valor de α (figura 12).
3.2 Um nódulo
Figura 9 – Perfil do campo f(x) para o caso com 3 nódulos com diferentes valores de f (0).
α = 0.1, γ2 = 50, γ3 = 100 q = 1
Figura 10 – Perfil do campo h(x) para o caso com 3 nódulos com diferentes valores de
f (0). α = 0.1, γ2 = 50, γ3 = 100 q = 1
Figura 11 – Perfil do campo h(x) para o caso com 3 nódulos com diferentes valores de
f (0) para diferentes valores de n. α = 0.1, γ2 = 50, γ3 = 100 q = 1
4 CONCLUSÃO
REFERÊNCIAS
3 SHIFMAN, M.; TALLARITA, G.; YUNG, A. More on the abrikosov strings with
non-abelian moduli. International Journal of Modern Physics A, World Scientific
Pub Co Pte Lt, v. 29, n. 10, p. 1450062, Apr. 2014. DOI: 10.1142/s0217751x14500626.